toda e qualquer coisa

Onde os fracos não têm vez

Posted in Comida by Herbert on abril 25, 2011

Orgulho-me de ter introduzido em churrascos que participei a tradição de uma das mais refinadas iguarias da cozinha glutona, a Baconzela, que consiste de um belo espeto de queijo qualho embrulhado com todo o sabor de uma fatia de bacon.
No entanto, tenho que me ajoelhar e pedir clemência diante da magnificência da Bacon Explosion Pork Bomb – um delicioso monte de carne suína devidamente temperada, recheada com alguns legumes (saudável!) e envolta numa tela de fatias de bacon – e de seu criador, BBQ Pitboys.

Uma dica cortês de Ricardo Kenski! Para ver o vídeo com o passo-a-passo desta criação, clique aqui.

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Ah, pêras…

Posted in Comida, Cotidiano, Qualquer coisa by Herbert on setembro 25, 2010

Nada me é mais claro agora do que o estágio em que me encontro no ciclo da vida. Enquanto observava, no supermercado, um grupo de uns 30 jovens comprarem litros de cerveja, gelo e vodka, uns checando os outros rumo a alguma balada, lá estava eu, escolhendo belas pêras para saborear mais tarde.
Se fossem tomates, cebolas ou mesmo alhos, eu até poderia passar por um universitário que compra o básico para sua república. Mas eram pêras. Ninguém compra pêra por esse ser um alimento básico. Não, essa fruta é para um agrado a si mesmo, é cara e com certeza não passa na mente de ninguém muito jovem aproveitar uma boa oferta para poder cravar os dentes numa.
Isso é coisa de trintões, casados e que querem curtir uma noite de sábado com um bom filme, comida quentinha e, se pá, um vinho. Esse sou eu.

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Doce engano

Posted in Comida, Cotidiano, Memória, Qualquer coisa by Herbert on setembro 20, 2010

Num jantar a luz de velas, comendo um delicioso chocolate italiano, feito com cacau de Madagascar e comprado na Finlandia (eita, globalização), começamos, minha mulher e eu (haha, coisa engraçada de recem-casado) a falar sobre doces que gostamos. Para minha total surpresa, um desses gostos dela é por bombom de chocolate com recheio de cereja, o que para mim é uma das maiores abominações já concebidas pela humanidade!
Lembro-me com perfeição de dar aquela mordida num bombom visualmente maravilhoso só para descobrir seu recheio líquido e viscoso sabor açúcar vermelho…oh, a decepção!!! Assim como o brigadeiro com coco que minha mãe trazia de seu trabalho, que coisa mais enojante, ser enganado dessa maneira: você espera o deleite máximo e descobre que aquilo que lhe é mais caro e sagrado foi corrompido. E eu nem vou falar dos bolos de aniversario que vinham dentro daquelas caixas de isopor com decoração da turma da Monica…

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Samurai

Posted in Comida by Thalita on setembro 11, 2010

Um os nossos lugares favoritos para comer na Liberdade é o restaurante Samurai. É tradicional (tem 40 anos!), bom, barato e fica aberto até tarde. E para quem curte cantar, no andar de cima rola um karaokê.

Sempre pedimos o Teishoku Especial, que vem muita comida, suficiente para duas pessoas saírem bem felizes (e rolando), e ainda custa só 49 reais. É um prato bem completo, sempre vem uma porção de sashimis e sushis, missoshiro, tempurá, arroz, anchova grelhada, uma sopinha tipo um lamen que eu adoro e também vem outras coisas que variam, tipo umas conservinhas, tofu com gengibre, robata e outros pratos.

Restaruante japonês Samurai Liberdade
aqui tem tudo o que vem, menos a porção de sashimis

Restaruante japonês Samurai Liberdade
que é esta aqui

Restaruante japonês Samurai Liberdade
a robata de frango é um dos pratos que variam

Vai lá:
Restaurante Samurai
Rua da Glória, 608 – Liberdade (São Paulo, SP)
segunda a sábado, das 19 às 3h

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Para San Genaro eu vou

Posted in Comida, Cotidiano, Qualquer coisa by Herbert on setembro 5, 2010

Ontem, sábado, foi dia de fogaza, macarrão e vinho (ruim). Perdi a Acherupita, mas não perdi a festa de San Genaro e vou falar, achei melhor: bem menos cheia e as comidas são melhores. Bem acompanhado, então, foi um must e deverá ser repetido!

Festa de San Genaro, todo fim de semana, até o dia 10 de outubro.

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Buenos Aires – parte I

Posted in Comida, Viagem by Thalita on setembro 3, 2010

Assim que chegamos ao hotel em Buenos Aires, fomos descansar, era necessário, afinal casar é muito legal (recomendo!) mas dá muito trabalho.

Nossa primeira sensação veio do frio, os relógios marcavam 1˚C, mas apesar disso a temperatura parecia agradável. A cidade é bem fria no inverno e também é bem úmida, o que foi ótimo para quem vinha de São Paulo.

Buenos Aires-Avenida de Mayo
Acesso à estação de metrô, estilo Art Nouveau – uma graça!

Ficamos hospedados no centro, junto ao obelisco que é o grande monumento da cidade, um lugar ótimo para ficar pois tem bastante opções de serviços e lugares para conhecer.

Buenos Aires noite
Casa Rosada e Avenida de Mayo com o obelisco ao longe

Depois do descanso e o passeio no centro, fomos jantar. Bife ancho con aderezos: salada, papas fritas e sabor (bacon e ovo frito). E é claro, vinho para acompanhar – em Buenos Aires, sempre – e esse ainda vinha com uma garrafa a mais, prá levar pro hotel e ser feliz.
Buenos Aires - La Cocina del Nono 1
Regra em restaurantes: pratos fartos e ambiente aconchegante

Buenos Aires - La Cocina del Nono
A comunicação visual no estilo do filete

Dia de turista
Ponto turistão obrigatório: Plaza de Mayo – palco das manifestações políticas mais importantes do país, e a sede do governo – a Casa Rosada.

Buenos Aires - plaza de mayo
Plaza de Mayo, Casa Rosada

Próxima parada: o bairro La Boca, onde fica o estádio do Boca Juniors – La Bombonera – e o Caminito.

O Caminito é uma rua-museu onde é preservado o estilo das moradias tradicionais do bairro – casas de madeira e de chapas metálicas pintadas em diversas cores vivas. Segundo o guia, por falta de recursos, os antigos moradores pintavam suas casas com restos de tintas usadas para pintar as embarcações do porto que fica junto ao bairro.
Buenos Aires - Caminito
Caminito…

Buenos Aires - La Boca
e arredores

Buenos Aires - Puerto Madero

Buenos Aires - Puerto Madero
Puerto Madero

Puerto Madero, junto ao Rio da Prata, é o centro de negócios e símbolo modernoso portenho, cheio de empresas multinacionais, hotéis de luxo, e onde se encontra os melhores restaurantes da cidade. Um grande contraste com o resto da cidade, onde as construções históricas no estilo europeu predominam.

Quem converte se diverte
Não chegamos a comer em nenhum restaurante de Puerto Madero, vai ficar para a próxima, mas lá se gasta em torno de 100 pesos por pessoa para comer bem – restaurante bacana, ambiente bacana e comida muito boa. Mas dá para comer e beber muito bem com muito menos em Buenos Aires. À noite fomos num bar no centro da cidade e com 80 pesos pagamos uma porção de fritas, duas empanadas de carne, uma porção de lulas empanadas (que estavam uma delícia) e ainda mais dois chopps Quilmes para cada. Fazendo o câmbio: R$ 20 por pessoa.

Buenos Aires - Barbaro

Buenos Aires - Barbaro
O bar “Barbaro” e a porção de “rabas fritas” (a gente chama de lula a dorê)

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Aventuras em Helsinki – parte 2

Posted in Comida, Cotidiano, Qualquer coisa, Viagem by Herbert on junho 20, 2010

De bicicleta
Cidade plana, com pouco carro e bem asfaltada é um convite para se andar de bicicleta e foi isso que eu fiz. Foram 3 oportunidades de sair e andor por algumas horas e conhecer um pouco mais a cidade, as obras do Alvar Aalto (que o pessoal não curte muito aqui, não, que por serem tombadas, são muito caras de manter) e a natureza do pais.


Centro de Helsinki, com prédio do Alvar Aalto à direita, em frente ao palácio do governo federal

Fora isso, também foi uma boa maneira de conhecer mais sobre as pessoas! Fui diversas vezes alertado para a falta de humor dos locais e num lance de distração minha, consegui arrancar um “Idiota!” de uma mulher que vinha na direção contrária a minha, num momento que eu estava distraído. Está certo que ela ainda estava a uns 50 metros de distância quando eu abri caminho, mas acho que ela não gostou de ter que usar a buzininha dela. Também não preciso ser chato, ela foi, ate agora, a única a ter menos paciência comigo. Todo mundo tem sido, no mínimo, atencioso, e a grande maioria foi muito simpática e agradável.


Praça no centro da cidade e as gaivotas que dominam o ar.

A cidade mistura seus diversos períodos arquitetônicos, então tem sempre algo novo para descobrir. Além disso só é preciso 5 minutos para sair do urbano para o silvestre, coisa que todos os locais aproveitam bastante. Os “helsinkenses” possuem pequenos terrenos nos arredores da cidade onde eles fazem pequenas hortas ou constroem casinhas que servirão de sauna, tudo bem no meio da floresta.

Num desses passeio, fomos pelo campo para uma rampa de salto de ski. É um dos morroas mais altos de Helsinki e na minha idade e condição física, morro é Everest. Cheguei lá em cima depois de quase deixar meus pulmões no caminho, mas cheguei. Só o caminho já teria sido fantástico de ver – uma floresta densa, que tem até urso, muitas flores e campos alagados e a vista la de cima completou isso com uma bela paisagem. Se eu tivesse chegado um pouco mais cedo, tinha visto um rapaz pulando.

Alias, a natureza é parte integrante da paisagem. A cidade é muito arborizada e florida e por ser uma cidade costeira, as gaivotas predominam no céu. E como é gostoso ouvir o seu grito! Outros falaram não aguentar a barulheira, mas para quem só tá acostumado a ouvir caminhão, ônibus e gente gritando, o silêncio natural da cidade quebrado pelas aves é o paraíso.


Presídio que virou hotel


Igreja contruída encravada na pedra. Meio pra turista ver, mas bacana, de qualquer jeito.


Uma velinha para dar sorte.

E essa é a noite durante o verão. No caso, são 2 da manhã.

Comes e bebes

Nesse ponto, foi uma boa fartura de opções, em geral a preço módico. Frutos do mar fresquinhos, com destaque para o salmão e a carne de alce foram fantásticos. Frutas silvestres, iogurte e queijos são ótimos por padrão na Europa e as bebidas não ficam atrás: cervejas, vodca e vinhos. Deu até para sentir um pouco o que é o inverno nessas bandas ao ir para um bar de gêlo (não que eles serviam gêlo, o bar era feito de gêlo). Tá certo que ele era apenas um ambiente de um bar mexicano (?), mas era bacana. 10 euros dava direito à entrada e um drink e com temperatura de menos 5 graus (eu achei mais frio…) era só o que dava para tomar.


O aviso diz, cuidado com as gaivotas! Vi várias com lanches roubados.


Uma pausazinha pra recarregar.


Paisagens da Ilha de Helsinki, que fica a uma viagem curta de barco da cidade.


Patos. Eles são tão sussa, que o da esquerda ficou a 30 cm para essa foto e o da direta, veio pedir comida.


A paisagem da ilha, que já foi base de um forte para a defesa da cidade, que fica ao fundo.

Aventuras em Helsinki – parte 1

Posted in Comida, Cotidiano, Qualquer coisa, Viagem by Herbert on junho 15, 2010

Zuretaço depois de 18 horas de viagem, chego a Helsinki, capital da Finlândia, onde sou apresentado ao quase-verão local de 8 graus celsius. Enquanto eu solto fumaça pela boca, encontro vários locais de chinelo e regata, ostentando um bronzeado adquirido na viagem da qual retornam, sem pestanejar ou ameaçar uma busca por roupas mais quentes. Para pessoas acostumadas a -15º, realmente era uma temperatura amena.


Uma pequena amostra da arquitetura e paz de Helsinki

Finlândia

O pais se tornou independente a menos de 100 anos, tendo sido uma colônia sueca e russa. Ainda hoje, existem duas línguas oficiais, o finlandês (que é totalmente incompreensível para latinos) e o sueco (idem), que eles odeiam falar. Por exemplo: indo de taxi do aeroporto para a casa dos amigos que vão me abrigar aqui, eu perguntei, para puxar conversa, como se falava o nome da rua onde eles moram e o taxista me repondeu que não sabia. Achei estranho, mas fui informado que ele não falou o nome não porque não sabia lê-lo, mas sim porque era em sueco e eles odeiam o fato de serem forçados a aprender essa língua na escola .

Os finlandeses são um povo fechado e tímido, o que é quebrado somente pelo excesso de consumo de alcool, que é praticamente um esporte nacional. Encontra-se bêbados, a toda hora do dia, zanzando pela cidade e seu número aumenta vertiginosamente nos meses de inverno (dois terços do ano).

Ir para o Rio pra quê?

Nada melhor que, no primeiro contato com o povo de Helsinki, eu me depare com a mais brasileira das festividades: o Carnaval! Olha que eles sabem tocar alguma coisa e, puxados pelo grito de algum brasileiro que deve morar a tempos por essas bandas (deduzo isso pelo português quase irreconhecível), vai-se lá um desfile em praça pública, em frente a igreja católica mais importante daqui, com direito até a carro alegórico! Tá certo que as sambistas são mais branquinhas, frequentemente apresentam um corpo menos que sarado e apresentam uma tendência a tropeçar (porque deveriam estar num porre fenomenal para agüentar o frio de 13 graus, com vento, só de plumas e paetês), mas existe uma empolgação contagiante que quebrou o gelo de muita gente alí.

Olha o abre alas aí, gente! Chora a cavaca.


A malebolência, o gingado, o suingue e a graça das sambistas finlandesas, no que provavelmente é a Mangueira local.

Compras no centro

Continuamos nosso passeio me direção ao centro de Helsinki, onde encontramos o coração pulsante da cidade e onde lojas e mais lojas aguardam para realizar meus desejos consumistas. Umas roupas, uns presentes e para coroar o dia, um belo cheese cake da melhor confeitaria da cidade, o Fazer!


Com sol, mas frio e vice-versa



Isso é que é morango(!)…


…e isso é que é cheese cake!

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Comes e bebes

Posted in Comida, Viagem by Thalita on setembro 7, 2009

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Uma pequena compilação do que comemos durante a viagem, infelizmente algumas coisas muito legais não foram registradas.
As três primeiras fotos são basicamente o Haxe e seus acompanhamentos, chucrute, batatas, mostarda, pão, e cervejinhas ( 500mL e 1L).
Na segunda fileira salsicha com pão – nesta ordem, Speck (parece com presunto de Parma ou jamón), queijos e Horseradish ralado (se alguém souber do que se trata exatamente nos conte!) e sorvete de chocolate tipo italiano – sempre os melhores.
Na terceira, Leberkäse (bolo de carne de porco) com salada de batatas com iogurte, e cerveja de trigo com cafezinho – coisas de Herbert.

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Biergarten

Posted in Comida, Viagem by Herbert on setembro 5, 2009

Biergartens

Ah, os Biergartens alemães. Traduzindo livremente, é o jardim da cerveja, simplesmente um espaço a céu aberto onde se pode saborear uma bela cerveja, junto com um belo conjunto de delícias culinárias alemãs, como o Leberkäse, salsichas, salada de batatas e, é claro, chucrute.

Mais do que um bar, o Biergarten é quase um Oktoberfest perene (na verdade, vários, pois existem vários pelas cidades – Berlin e Munique têm vários, principalmente o segundo, onde tem até um porte gigantesco sinalizando a localização de cada). Como o verão alemão é algo precioso e cada segundo de sol precisa ser aproveitado, eles estão sempre cheios, independente do dia da semana, mas mesmo assim, é possível ter sua cerveja, prato e assento sem problemas e curtir uma boa conversa ou um bom livro, já que aparentemente beber cerveja não parece alterar em nada a calma e sobriedade.

E que cerveja! Servida em unidades de 0,5l ou 1l, alegram o dia de qualquer um. Que saudades. Se não por qualquer outro motivo, os Biergartens são razão suficiente para uma visita aos amigos do norte.

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